Opinião: Dia do Pai

Corria o ano de 1948. Os pais dos alunos de Nely, na Escola do Bairro de Belmonte, em Madrid, Espanha, acharam que tinham tanto direito a celebrar o seu dia quanto as mães dos meninos, que já o celebravam. Então decidiram assinar uma petição para expressar o seu desejo. A professora atendeu ao pedido dos senhores e inaugurou uma festa para os pais. 
(História no El Mundo)



Não sei o que se passa. Juro que não sei. Hei pessoas! Foi Dia do Pai ontem, 19 de março. Não se lembraram?


Nas redes sociais eram só fotografias e textos. Mas andei atenta durante o dia de ontem às publicações que iam sendo feitas aos blogues e... (quase) nada. Antes de ir para a faculdade li os jornais e... pouco. Agora fui ver e... muito pouco. Não percebo. Foi Dia do Pai. Compreendo que cada vez mais as famílias vivam separadas, que há filhos sem pais e tantas outras realidades (infelizmente!). Porém, existe a ideia, que eu defendo claramente, que Pai é aquele que cuida. Portanto, toda a gente tem um indivíduo a quem pode chamar Pai.

O meu emigrou. Mas não deixa de ser Pai. E é-o de facto. Se não fosse ele... eu não estava ainda a estudar, não era quem sou, não vivia tão feliz. É um facto. Agora, não são esses dados factuais que me impedem de dizer que há outra pessoa a quem continuo a chamar Pai, embora seja meu Avô (o melhor do Mundo). E porquê? Porque cuida, porque se preocupava, porque me dizia para estudar, porque me aconselhava, porque ainda está aqui...


Sem comentários:

Enviar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pin It button on image hover