Kate Ogg estava grávida de um casal de gémeos. No nascimento prematuro, a menina sobreviveu, mas o menino não. Os médicos declararam-no clinicamente morto.
Devastada, a mãe pediu para segurar o filho e, juntamente com o seu marido, abraçaram-no e falaram com ele.
A mãe australiana disse: “Eu queria tanto encontrá-lo e abraçá-lo para que ele nos conhecesse. Já que sua vida seria fora deste mundo, nós queríamos que ele soubesse quem seus pais eram, e que nós o amávamos muito mesmo antes de ele nascer e morrer.” Além disso, conversou com ele sobre todas as coisas que eles poderiam fazer juntos.
Depois de 2 horas, já conformados com a perda do filho, quando os pais se preparavam para se despedir do bebé, viram o bebé a fazer pequenos e breves movimentos e depois a abrir os olhos.
Os médicos insistem não haver explicação científica nem médica para o que aconteceu. O pai, David Ogg, acredita que “Kate e o seu instinto maternal salvaram a vida [do filho]. Se ela não tivesse feito isso, nós não o teríamos connosco hoje, crescendo juntamente com sua irmã Emily!”
A notícia, do dia 28 de fevereiro, foi adaptada daqui.
(sublinhado meu)
Oh meu deus, grande história! Instinto maternal, enfim :)
ResponderEliminarBeijinhos,
http://cereja-dooce.blogspot.pt
É mesmo! Não percebo como é que tudo isto é possível! Pelos vistos não sou a única...
ResponderEliminarQue noticia boaaa! Não conhecia esta história. Eu cá acredito muito que o nosso sub-consciente é muito forte, daí ter fé nesse tal instinto de mãe.
ResponderEliminarhttp://agatadesaltosaltos.blogspot.pt/
É espetacular! Dizem que a ciência explica tudo, mas afinal não
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