Sim, Nós Fodemos

Fodem, amam, namoram, desejam, fazem amor, excitam-se. Sim, eles, deficientes, fodem!

O movimento "Sim, Nós Fodemos" realizará no Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, um evento no Porto para dar a conhecer e debater a sexualidade de deficientes.
Temas em análise: 


  • Reabilitação da sexualidade em pessoas com alterações sensitivas 
  • Estereótipos discriminatórios 
  • As diferentes orientações sexuais e identidades de género dentro da deficiência.
Intervenções:


  • Manuel Damas, sexólogo e científico, com o tema "Vamos falar claro?"
  •  Jorge Cardoso, sexólogo e psicólogo clínico, dá a perspectiva dos profissionais, "de quem recebe as queixas e anseios dos deficientes"
  • Manuela Ralha oferece a sua visão enquanto paraplégica
  • "As fodas não se medem aos palcos" de David Almeida, actor com nanismo, alguém "que vai falar de sexualidade de forma muito franca".


Depois das intervenções haverá debates com moderação de membros do "Sim, Nós Fodemos", Jorge Falcato e Rui Machado, doente neuromuscular e mestre em Psicologia Clínica.

Criado em novembro de 2013, o grupo "Sim, Nós Fodemos" surgiu dentro do movimento (d)Eficientes Indignados. Missão: abordar a sexualidade com naturalidade, não ter um discurso patologizante, dar voz, informar. E, encarando a sexualidade como um motor de desenvolvimento pessoal e social, discutir possíveis apoios sociais para pessoas com diversidade funcional. 
O nome e a imagem foram inspirados pelo documentário espanhol "Yes, We Fuck", mas depressa o grupo ganhou uma identidade própria — quanto mais não seja pelo design (a cargo de Rui), pela frontalidade, pelo humor da página de Facebook. "Vivemos numa realidade em que aquilo de que não se fala é porque não existe. Então vamos falar. De foder." (in "Público").





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