Saúde. Começa a lista de desejos para o ano que se
aproxima. Mas as preocupações não ficam só pela saúde ou pelo amor. A situação económica e financeira de Portugal deixa os cidadãos preocupados. Uns pedem o
Euromilhões. Outros preferem tentar não pensar no assunto.
O final de 2014 motivou os media a falar sobre basicamente os mesmos assuntos: Passagem de Ano. Ideias.
Destinos. E tradições. Os media ocuparam-se de sugerir. Eu preocupo-me com o
dinheiro que é gasto. Ano após ano erros antigos se cometem. Vejamos. Segundo o online "Dnotícias", a 16 de Dezembro 2014, «a Câmara Municipal e empresários querem fazer de Ponta Delgada um destino turístico de passagem de
ano.» Fizeram, por isso, um «espetáculo "piromusical" ao longo do porto».
Já o “Correio do Minho”, no dia 22, noticiava a oferta das pastelarias bracarenses de um “bolo-rei gigante” e de
“um copo de vinho de missa” à população para conseguir “manter esta preferência dos
bracarenses pelo centro da cidade”. Não se poderia investir o dinheiro noutras formas? Claro que são
opções. Mas há sem-abrigos. Há cidadãos a passar fome. Há cidadãos sem emprego. Há problemas sociais graves que carecem de solução.
Festejem o novo ano sem tanto fogo-de-artifício.
Não são necessárias toneladas de fogo-de-artifício! Quanto a recordes de pastelaria gigantes,
inspirem-se: «O evento volta a ter uma dimensão
solidária e será pedido um donativo de (pelo menos) 20 cêntimos por fatia. O
valor angariado reverterá a favor da Casa da Rapariga de Olhão», refere o “Sul Informação”. Não será esta uma melhor forma de colocar Portugal a sorrir?
O final de 2014 motivou os media a falar sobre basicamente os mesmos assuntos: Passagem de Ano. Ideias.
Destinos. E tradições. Os media ocuparam-se de sugerir. Eu preocupo-me com o
dinheiro que é gasto. Ano após ano erros antigos se cometem. Vejamos. Segundo o online "Dnotícias", a 16 de Dezembro 2014, «a Câmara Municipal e empresários querem fazer de Ponta Delgada um destino turístico de passagem de
ano.» Fizeram, por isso, um «espetáculo "piromusical" ao longo do porto».
Já o “Correio do Minho”, no dia 22, noticiava a oferta das pastelarias bracarenses de um “bolo-rei gigante” e de
“um copo de vinho de missa” à população para conseguir “manter esta preferência dos
bracarenses pelo centro da cidade”. Não se poderia investir o dinheiro noutras formas? Claro que são
opções. Mas há sem-abrigos. Há cidadãos a passar fome. Há cidadãos sem emprego. Há problemas sociais graves que carecem de solução.
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