Abandonados


Estava a pedalar. Um local onde normalmente não se vê ninguém. Quando olho com mais atenção, uma senhora estava na eira, no chão, deitada num monte de caruma com o que me pareceu uma bengala ao seu lado. Continuei a pedalar, abrandando enquanto pensava o que estaria a senhora a fazer no chão. 

Nos bastidores da rádio


Sem a imagem, o locutor tem de dar o máximo de si. É a voz o seu principal instrumento porque, embora use gestos, o ouvinte não os vê. Enquanto fala, o locutor segue um guião que preparou previamente e controla o tempo da emissão, das músicas, dos programas, dos spots publicitários, sabendo que de repente pode ficar com a voz cortada pelo sinal horário que assinala automaticamente as horas - Piii-piii-piii-piii 17 horas no Continente e na Madeira, 12 horas nos Açores...   

Portugal na final do Europeu 2016





Não é preciso saber alemão para adivinhar o que se passa nestas páginas.
O Ronaldo é o melhor do mundo, mas há uma equipa que também deve ser mencionada, congratulada. Falta despir a camisola da visibilidade que os meios de comunicação vestem para terem leitores/espetadores/público.

Os preparativos a um mês do Rio 2016

O Brasil prepara-se para receber os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, marcados para 5 de agosto. O evento “pode ser grande fracasso se alguns passos não forem tomados”, alerta o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles.

Transportes e segurança são as prioridades. Apesar dos recentes cortes no orçamento do Estado e dos salários em atraso, o Brasil mobilizou um inédito aparato de 85 mil membros de forças de segurança para proteger atletas, espectadores e funcionários. A um mês da competição, falta concluir as linhas de metro projetadas para assegurar que os visitantes se mantenham longe das zonas mais perigosas da cidade. Segundo o governador interino, “o Estado deve mais de 400 milhões de reais (mais de 100 milhões de euros), às empresas responsáveis pelas obras”. 

No decreto de junho, Francisco Dornelles declarou o “estado de calamidade” do país por causa da grave crise financeira que está a afetar a preparação dos Jogos. “A resposta do Governo foi a promessa de uma transferência de 2,9 mil milhões de reais (cerca de mil milhões de euros) em fundos de emergência”, refere o Expresso.


Está ainda por resolver a questão da saúde pública. Cinco atletas recusaram disputar a competição pelo risco de contração do vírus Zika. Em entrevista ao G1, o cientista americano Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), diz que o Zika não deve ser um problema durante o evento desportivo. 

O Ciclone dos Açores


Pedro Miguel Carreiro Resendes - Pauleta

Guarda as origens humildes que colheu na aldeia de São Roque. A 28 de abril de 1973 nasce na ilha de São Miguel, Açores, e é daí que surge a alcunha Pauleta, como era conhecido, e que vem desde a família da sua bisavó paterna. Depois da sua ida para Salamanca, Espanha, ganha a alcunha de “Ciclone dos Açores” que se perde quando vai para França onde passa a ser chamado apenas por Pedro

O voo internacional não o fez perder a humildade e o altruísmo. Ficou famoso o seu golo do Açor, um ritual que celebra quando marca um golo, como se fosse um Açor a planar, em homenagem à sua terra natal, os Açores. São o verde e o mar que o atraem às suas raízes. Foi lá que começou e lá que deixou o último golo enquanto profissional de futebol.
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