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"A que casa de banho vou?"

Trago-vos pela primeira vez o vídeo de um youtuber. Gostava que o vissem com uma mentalidade aberta, sem preconceitos e que percebam que há várias pessoas no mundo com problemas como este.

Dia da Defesa Nacional

A antiga "Inspeção" mudou de nome e há quem já não saiba o que é, então, o Dia da Defesa Nacional. 

"Vai, certamente, ser um dia diferente", avisam-nos assim que chegamos ao Campo Militar de Santa Margarida, o local onde o Exército passa o seu dia a dia. Porém, este é apenas um dos muitos campos onde os cidadãos com mais de 18 anos podem ir cumprir o seu dever militar.

O objetivo da nossa ida ao Campo Militar consiste em "regularizar a nossa Cédula Militar", mas percebe-se de imediato que é uma forma de divulgação dos três ramos das Forças Armadas (Marinha, Força Aérea e Exército) bem como dos Bombeiros e da GNR (Guarda Nacional Republicana). As palestras a que assistimos foram esclarecimentos sobre essas instituições, nomeadamente as suas funções e tarefas diárias. 

Posso dar como exemplo o facto de termos falado sobre o cargo de comandante supremo das Forças Armadas, pertencente ao presidente da República ou, por exemplo, o facto de o avião F-16 sobrevoar Portugal (de norte a sul) em apenas 15 minutos. Por outro lado, os bombeiros têm como regalias o reembolso das proprinas e apoio judiciário.

Depois das inúmeras palestras e de um almoço delicioso (ao contrário das críticas negativas que se costumam ouvir), tivemos uma parte prática. Contactámos com os utensílios da GNR e explorámos os carros de combate Leopard (os "tanques"). Porém, esta visita guiada aos carros de combate depende de região para região até porque há vários Centros de Recrutamento, designadamente em:

  • Braga
  • Coimbra
  • Faro
  • Funchal
  • Lisboa 
  • Ponta Delgada
  • Porto
  • Vila Real
  • Viseu.

No final do dia deram-nos um cartão que é a nossa cédula militar. Assistimos por fim ao arriar da bandeira nacional que tera sido hasteada de manhã.

Assim, é de salientar o papel dos soldados da paz, que não são só os bombeiros. Sem as outras forças de intervenção (de que me falaram no Dia da Defesa Nacional) não seria possível evitar conflitos ou outros problemas nacionais. É de louvar todo o trabalho que têm desenvolvido.

Testemunho: Escolher curso universitário e universidade

"Mais de 3300 cursos profissionais, superiores e livres existem nas cerca de 1200 instituições de todo o país", segundo o jornal Público. É, por isso, extremamente complicado encontrar o curso que se adequa às nossas preferências.

Eu sempre quis seguir o curso de Línguas e Humanidades (no ensino secundário) e essa ideia não mudava, mas quanto ao curso universitário tinha sérias dúvidas. Queria tudo: História, Língua Gestual, Línguas Modernas e até quis ser professora de violino e ciclista profissional. A indecisão era terrível. Cheguei ao 12º ano ainda só com a certeza que queria ser professora (certeza que sempre tive desde a infância). Mas professora de quê?! Nunca tinha resposta. Aliás, ainda hoje vacilo quando me perguntam "professora de quê". 

Sinceramente, só me comecei a preocupar realmente com a escolha do curso depois dos exames do 12º ano feitos. Até lá limitei-me a pensar "com uma média de 16 já podes escolher um curso que gostes". Assim foi. Superei a média de 16.

Chegaram as férias. O stress. Fui reler todos os panfletos e brochuras que tinha acumulado desde o 9º ano, pesquisei na Internet sobre as saídas profissionais, empregabilidade, pré-requisitos, comparei universidades, ouvi testemunhos, falei com várias pessoas de cursos diferentes. No meio de tudo isto, treinava ainda mais. Fazia longos percursos de bicicleta a pensar que "caso não consiga encontrar o curso que quero, dedico-me ao ciclismo". (Tinha de ter uma segunda opção. Aliás, profissionalmente costumo ter sempre uma segunda opção no caso de as coisas não correrem bem.) 

Depois de várias pesquisas e de ter perguntado à minha Mãe inúmeras vezes "o que é que eu faço à minha vida?", comecei a ler um livro sobre Jornalismo que um professor me tinha recomendado. Li-o e cheguei à conclusão que não sabia nada de Jornalismo. Então optei por Jornalismo.

Livro que me recomendaram: Nos Bastidores dos Telejornais RTP1, SIC e TVI, de Adelino Gomes. Foto: Cláudia Pereira
Como podem ver a minha decisão foi tomada de forma ridícula, mas consciente. Se não fosse para Jornalismo ia para História. Pensei: "se fores para História só podes ser professora, a empregabilidade está uma miséria pelo que só se fores excelente é que tens emprego. Se fores para Jornalismo podes melhorar a tua escrita, ser professora e tens outros caminhos que te podem agradar muito, como fazer entrevistas". Assim foi: Jornalismo.

Quanto à escolha da universidade, foi fácil. Sempre quis estudar em Coimbra, pois considero fascinante a história dos monumentos, a vida académica e o facto de ser uma cidade pacata comparando com Lisboa. Então a primeira opção foi Jornalismo em Coimbra; a segunda foi Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e a terceira História na Universidade Nova de Lisboa. Com a média que tinha era quase certo que conseguia entrar na primeira opção.

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