Há uma escalada de violência assustadora no mundo. Não sei o
que as estatísticas dizem, mas parece-me que já se deviam ter tomado medidas.
Mais do que os meios de comunicação social selecionarem sobretudo notícias
negativas, chegámos a um ponto em que não há paz.
Não há um dia sem notícias
más, dramáticas, com mortos e não só.
Agora foi Orlando. Anteontem Christina Grimmie foi assassinada.
Foram os atentados de Bruxelas, Paris, Ancara, Paquistão. Só para referir os mais recentes e
falados, porque depois há o mundo de que poucos falam.
Há também a violência com as palavras; a violência de ver
alguém mal e não fazer nada; a violência sem armas. Mas agora estou a falar da
violência que mata e fere numa fase em que se pensa em dinheiro e ponto. Para o
conseguir, vale tudo?
Está na hora de deixar os interesses de lado e de dar
apertos de mão. Não sei onde isto vai parar mas o receio anda no ar. Paris, o
caso que melhor conheço, ainda tem receio de sair à rua, tem a vigilância
apertada, os cidadãos não deixaram de fazer as suas vidas mas lembram-se do que
se passou.
Não se faz nada para travar esta falta de paz mundial?!
