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Primeira Bienal de Arte Contemporânea em Coimbra


Anozero é uma bienal de arte contemporânea que vai ter lugar de 31 de outubro a 29 de novembro. O tema "Um lance de dados" aponta para a ideia da efemeridade do mundo, o ciclo da vida e morte das atividades humanas.

É uma proposta do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) à cidade, que visa sobretudo dar proeminência à recente distinção da Universidade de Coimbra, Alta e Rua da Sofia como Património da Humanidade pela UNESCO.

Atividades:
  •  exposições de arte contemporânea com alguns dos mais relevantes artistas nacionais e internacionais; 
  • formação de públicos sensibilizados à cultura e às artes através da ação do serviço educativo;
  •  outras atividades paralelas no contexto da vida artística e cultural contemporânea.

O título "Um lance de dados" tem por base o poema "Um lance de dados jamais abolirá o acaso" (1897), do poeta Stéphane Mallarmé. 'Anozero' remete, assim, para um jogo de oposições: construção/destruição; efémero/perene; criação/ interpretação.

Todas as informações sobre o evento aqui.

Coimbra em Imagens

                                                                                                                                                 Fotos: Cláudia Pereira. DR

Ando a tentar melhorar as minhas fotografias e a sua qualidade. Nada melhor do que começar pela 
Cidade do Conhecimento, Coimbra. Sobretudo pela Universidade.

Testemunho: Escolher curso universitário e universidade

"Mais de 3300 cursos profissionais, superiores e livres existem nas cerca de 1200 instituições de todo o país", segundo o jornal Público. É, por isso, extremamente complicado encontrar o curso que se adequa às nossas preferências.

Eu sempre quis seguir o curso de Línguas e Humanidades (no ensino secundário) e essa ideia não mudava, mas quanto ao curso universitário tinha sérias dúvidas. Queria tudo: História, Língua Gestual, Línguas Modernas e até quis ser professora de violino e ciclista profissional. A indecisão era terrível. Cheguei ao 12º ano ainda só com a certeza que queria ser professora (certeza que sempre tive desde a infância). Mas professora de quê?! Nunca tinha resposta. Aliás, ainda hoje vacilo quando me perguntam "professora de quê". 

Sinceramente, só me comecei a preocupar realmente com a escolha do curso depois dos exames do 12º ano feitos. Até lá limitei-me a pensar "com uma média de 16 já podes escolher um curso que gostes". Assim foi. Superei a média de 16.

Chegaram as férias. O stress. Fui reler todos os panfletos e brochuras que tinha acumulado desde o 9º ano, pesquisei na Internet sobre as saídas profissionais, empregabilidade, pré-requisitos, comparei universidades, ouvi testemunhos, falei com várias pessoas de cursos diferentes. No meio de tudo isto, treinava ainda mais. Fazia longos percursos de bicicleta a pensar que "caso não consiga encontrar o curso que quero, dedico-me ao ciclismo". (Tinha de ter uma segunda opção. Aliás, profissionalmente costumo ter sempre uma segunda opção no caso de as coisas não correrem bem.) 

Depois de várias pesquisas e de ter perguntado à minha Mãe inúmeras vezes "o que é que eu faço à minha vida?", comecei a ler um livro sobre Jornalismo que um professor me tinha recomendado. Li-o e cheguei à conclusão que não sabia nada de Jornalismo. Então optei por Jornalismo.

Livro que me recomendaram: Nos Bastidores dos Telejornais RTP1, SIC e TVI, de Adelino Gomes. Foto: Cláudia Pereira
Como podem ver a minha decisão foi tomada de forma ridícula, mas consciente. Se não fosse para Jornalismo ia para História. Pensei: "se fores para História só podes ser professora, a empregabilidade está uma miséria pelo que só se fores excelente é que tens emprego. Se fores para Jornalismo podes melhorar a tua escrita, ser professora e tens outros caminhos que te podem agradar muito, como fazer entrevistas". Assim foi: Jornalismo.

Quanto à escolha da universidade, foi fácil. Sempre quis estudar em Coimbra, pois considero fascinante a história dos monumentos, a vida académica e o facto de ser uma cidade pacata comparando com Lisboa. Então a primeira opção foi Jornalismo em Coimbra; a segunda foi Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e a terceira História na Universidade Nova de Lisboa. Com a média que tinha era quase certo que conseguia entrar na primeira opção.

"Os averbamentos nunca são demais"


A doutora Clara Almeida Santos é alguém que, para mim, lhe acentua mesmo bem o doutora. O seu percurso de vida revela muito de si e, apesar de não contactar (pessoalmente) com ela (embora seja a vice-reitora da Universidade de Coimbra), é como se já a conhecesse há muito. A simpatia alegre que transmite é extraordinária e, é claro, não podiam ficar sem a conhecer. 
O vídeo que se segue data de 2012. Se o quiserem ver todo, ótimo. Caso contrário, vejam a partir precisamente do minuto 7:47. 




TORNADU em Coimbra


A quarta edição do Torneio Nacional de Debates Universitário (Tornadu) está a decorrer em Coimbra até domingo, dia 22 de fevereiro. Conta com muitos debates competitivos e diversão noturna.

É a primeira vez que a Universidade de Coimbra (UC) acolhe o evento que reune estudantes universitários de todo o país, num torneio onde colocarão à prova as suas capacidades de comunicação, oratória e pensamento crítico.
A sessão de abertura do TORNADU ’15 ocorreu na Faculdade de Direito da UC, e os debates, cujas fases eliminatórias decorrem na sexta e sábado, são abertos ao público. A final, que consagrará os campeões nacionais de debate universitário, será às 15 horas de domingo, dia 22.
O desafio é muito simples: quatro equipas, com duas pessoas, confrontam-se em discursos de sete minutos cada, com um tema apresentado quinze minutos antes do debate. Têm que defender uma posição já definida, uma vez que em cada reunião existe um júri que classifica as equipas e os oradores mediante alguns critérios como, por exemplo, a análise crítica, capacidade de persuasão e legitimidade dos argumentos apresentados.

O debate competitivo nasceu há cerca de duzentos anos no Reino Unido e espalhou-se pelo mundo todo, onde existem centenas de sociedades de debates nas melhores universidades. Em Portugal, a atividade nasceu em 2008, mas tem observado um crescimento assinalável em instituições como Porto, Lisboa, Minho, Coimbra, Aveiro e UTAD.

A Sociedade de Debates da Universidade de Coimbra (SDUC), atualmente liderada por Luciana Simões, nasceu a 25 de abril de 2012, com o desiderato de aproximar os estudantes da UC ao debate universitário. Integra-se, atualmente, no circuito Nacional do Debate Competitivo Universitário e, cada vez mais, assume uma presença forte no Circuito Internacional do Debate Competitivo Universitário.
A  página do evento aqui.



Diversão noturna para todos



Para mais informações visite a página de Facebook do evento, aqui.

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