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DGArtes não apoia Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo


Manifesto dos bailarinos da CPBC



"É com profunda tristeza, que nós, bailarinos da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC), tomámos conhecimento da não atribuição de apoio à nossa Companhia.

Escolas preparam alunos para um mundo que já não existe

Há por aí Velhos do Restelo que me vão contrariar esta opinião, mas a escola tem de se adaptar ao velho mundo novo. Há mais de um século que as escolas preparam os estudantes para um mundo que já não existe. Para quando a mudança?




A tecnologia já integra a vida dos mais pequenos há uns bons anos mas os professores e a escola põem uma venda nos olhos com o argumento de que "eles já têm muito disso em casa". Bem sei. E sou profundamente a favor das brincadeiras na rua, dos trabalhos em cartolina e de outras atividades que estimulam a criatividade, ao mesmo tempo que nos afastam das tecnologias que podem ser tão prejudiciais.

Eu própria quando andava a estudar reclamava imenso em casa porque achava que tinha muitos trabalhos no computador. Não tinha, mas pensava isso, porque eu gostava mesmo mesmo era de estudar na rua, tocar em livros, ler ao ar livre, ... Quando cheguei à universidade, aí sim, percebi o que era usar o computador para estudar, ler livros, artigos, ... quase todos os dias.

Apesar disso, há que ver que as tecnologias entraram nas nossas vidas há muitos anos e são inevitáveis. A Internet surge no século XX e um século depois vemos que, na rua, nos restaurantes, no café... já começa a ser rara a pessoa que não tem um telemóvel na mão ou na carteira; as crianças e até os bebés já estão habituados a teclar em ecrãs táteis, ou, como se diz, nascem com as tecnologias na mão; todos os estudos indicam o aumento do acesso a informação noticiosa pelos jovens através de dispositivos móveis. Quem de vós conhece alguém que não tenha telemóvel/computador/tablet/tv com acesso a Internet?

Aliás, não é por acaso que os preços das tecnologias são cada vez mais inferiores e que há tanta variedade de produtos tecnológicos... a elevada procura justifica esse mundo novo (que de novo e recente já pouco tem).

Não sendo este um mundo assim tão moderno, como é que as escolas ainda estão com um pé atrás?

A adaptação às tecnologias implica ter tudo modernizado? Isto é, TUDO tecnologicamente avançado nas escolas?

Bem sabemos que as tecnologias mudam à velocidade da luz. A constante evolução faz com que rapidamente sejam necessárias atualizações. Porém, aderir às tecnologias não representa para mim mudar TUDO. Aliás, isso seria bastante prejudicial para todos os que habitam nas escolas. Trata-se apenas de adaptar os métodos de ensino: introduzir o vídeo e os podcasts, fazer atividades com o telemóvel. Porém, e simultaneamente, criar atividades ao ar livre, deixar as secretárias fora das salas de aula ou dispor as secretárias em U, utilizar o teatro como ferramenta de ensino, entre outras ideias.

Para quê tudo isso? O método de memorizar para aprender não era mais eficaz?

O ideal alterou-se: para aprender há que perceber a matéria e assim se memoriza (sem tanto esforço); os estudantes mais do que serem papagaios dos manuais devem procurar construir opiniões, saber argumentar e expressar-se.

Nesse ponto emerge a importância do teatro, da música, da pintura... e de todas as outras Artes que durante anos infindáveis têm sido marginalizadas. Mas, ao contrário do que pensam os Sábios, essas Artes são as catalizadoras de mentes preparadas para a memória, o estudo e a concentração. São fulcrais na aprendizagem e na construção de seres pensantes - as características que nos distinguem dos animais e dos objetos e aquelas que farão a diferença no mundo do trabalho e na vida diária.

A introdução das tecnologias como forma de aprendizagem em paralelo com as atividades fora de sala de aula (sempre com fins pedagógicos e objetivos concretos que são explicados aos alunos) são a chave da sala de aula. Por outras palavras, os manuais escolares não vão ser a chave do conhecimento e aprendizagem. As salas de aula apetrechadas de mesas e cadeiras hão de passar a ser apenas espaços livres, como as salas de dança, adaptados à vontade de fazer crescer as mentes irrequietas dos estudantes.



Como é que eu posso ajudar a empresa a crescer?

A comunicação e o marketing são das áreas que para mim têm mais impacto numa empresa. Podes ter a melhor ideia, os melhores produtos, os melhores funcionários…mas se não souberes comunicar as tuas ideias, conversar com os empregados, saber divulgar os produtos…nada feito. A empresa não cresce. Ou a empresa não cresce tanto no tempo disponível.

Com o digital, as empresas viram uma oportunidade de divulgar ideias, produtos, negócios. Mas estar nas redes já significa que está tudo feito? A verdade é que se tivermos uma página no Facebook mas não a alimentarmos de forma eficiente, nada feito. Se até colocarmos artigos numa página frequentemente mas não tivermos um plano com objetivos, nada feito.

Deixa de PENSAR, começa a AGIR




Gostava de ter ….
Estou a pensar começar a …
Tu conseguiste … mas eu ….



És capaz de conseguir completar estas frases com as tuas próprias palavras. Todos nós temos disto no dia a dia. Adiamos o que há a fazer, procrastinamos, pensamos que não conseguimos e, depois, quando os outros conseguem, como te sentes?


Porque é que os teus artigos no blog são tão curtos?

Recentemente fizeram-me essa pergunta e fiquei de boca aberta. É para mim claro que há cada vez mais informação nesta rede grande que é a internet. A maioria dela (diria 90%) nós só lemos ou ouvimos sem a memorizarmos minimamente. Ou seja, a maioria da informação não se torna conhecimento.
Para quê escrever muito se as pessoas não a vão decorar? Vai-lhes passar despercebida. Na verdade, este blogue visa informar as pessoas mas, e sobretudo, pretendo colocar cada leitor a pensar. Os temas são diversos, portanto a monotonia está afastada desta plataforma.
Com certeza alguns só leem uma ou outra palavra que escrevo. Nós (sim, eu incluída) passamos hooras na internet, navegando de site para site, de artigo em artigo. Uns ainda vão lendo algo, outros só fazem scroll. A maioria só lê os títulos. Pergunto: para quê escrever muito? Por que não escrever pouco e com frases curtas?


Gostava de ouvir comentários.

Queres deixar o teu na caixa ali em baixo?

Ansiedade

Vivemos sob a pressão do tempo, do trabalho, dos afazeres, da exigência. Vivem-se os momentos intensamente. Os altos e os baixos. Caímos e erguemo-nos, e 

nos vai e vens 

recaímos.

DR
A ansiedade surge porque corremos e exigimos muito de nós. Publicita-se a ideia dos modelos ideais de como se deve ser no ambiente profissional, pessoal e na relação connosco mesmos. A exigência é tanta, o stress é tanto, e, e... aii... a ansiedade aumenta. A vontade de se ser o melhor e assim alcançar mais felicidade é corroída pela exigência e 

passamos a um estado de sofrimento indescritível. Para quê? 

Para quê a perfeição? 
Que é isso da perfeição? 
E se não formos e se não acontecer?

E continuamos. Seguimos em frente porque não há outro modo. Temos de seguir. Ansiando ansiosamente pela felicidade que não chega porque _______________

A doença cada vez mais comum. DR

Estar doente e sozinho

Na semana passada saí de uma reunião feliz por ter corrido bem e, quando cheguei a casa, deu-me uma dor cuja razão continuo sem perceber. A dor não parava. Não me conseguia aguentar em pé. E eu estava ali sozinha. Sem possibilidade de chamar alguém. Naquele momento não havia quase estudantes na cidade, a não serem os atletas dos Jogos Universitários, eu estava incontactável porque não tinha telemóvel e a internet também não me ia resolver a questão.

Foto: DR

Opinião: A Quinta dos Animais, de George Orwell


«Quatro patas bom, duas pernas mau»


A Quinta dos Animais é a reedição do original livro de George Orwell, Animal Farm, com a tradução inicial de O Triunfo dos Porcos.

Mais de 100 mil pessoas assinam petição contra nova série da Netflix

A série Insatiable (em português: Insaciável) ainda não chegou ao público mas mais de 110 mil pessoas já assinaram uma petição para que não seja publicada. (Previsão de estreia para 10 de agosto de 2018.)


Este trailer despertou a atenção dos mais críticos porque a história é sobre uma adolescente obesa, criticada e humilhada por todos, devido ao seu peso, e que depois de perder quilos e mudar a sua imagem ganha popularidade ao ser considerada pelos colegas como mais bonita.

Esta série é, portanto, só mais uma produção que, como tantas outras, espelha a visão da beleza feminina ideal da sociedade e de que as raparigas têm de ter determinado corpo para ser aceites nos grupos e pelos colegas. Estes motivos levaram a uma petição para que a mesma não venha a público.

“Durante muito tempo, as narrativas [da ficção] disseram às mulheres e a jovens raparigas impressionáveis que para serem populares, desejáveis aos olhos dos homens, e até certo ponto serem aceites como seres humanos…têm de ser magras”, escreve Florence Given, autora do texto que acompanha a petição, promovida pela página change.org.

O olhar do corpo feminino como um objeto é acompanhado, segundo a autora da petição, por uma narrativa que “perpetua a cultura das dietas” e que vai contribuir, pela história da personagem, para promover “distúrbios alimentares”.

Debby Ryan interpretando Patty na série Insatiable da Netflix, antes e depois de perder peso.


Arrependimento de estudar Jornalismo e Comunicação

Foto por Justin Luebke

Há 3 anos, dei o meu testemunho sobre a forma como escolhi o curso e a universidade. Há 4 anos, entrei na minha primeira opção: a licenciatura em Jornalismo e Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC). Hoje, pretendo fazer uma espécie de balanço do que tem sido cursar nesta área, explicar-vos afinal em que consiste o curso e o que é isso do Jornalismo e da Comunicação. Isto de forma beem simples (uma das coisas que vão perceber na faculdade é que dá para complexificar TUDO, até uma simples definição do que é uma cama pode ser tão difícil e haver tantas opiniões que não se chega a uma definição única).

Quando entrei para o curso, apenas se chamava licenciatura em Jornalismo, mas depois de uma reforma que houve na Universidade de Coimbra, passou a ter o nome de Jornalismo e Comunicação. Em termos de unidades curriculares, o curso oferece sobretudo aquelas ligadas ao jornalismo (escrito, de rádio, televisivo, multimédia) e outras ligadas à área da comunicação estratégica das organizações. (Se não souberes a diferença entre jornalismo e comunicação, aconselho este artigo.)


Depender do telemóvel

Fui obrigada a estar atenta ao telemóvel. Até à obrigação surgir, eu raramente sabia dele e muito frequentemente tinha a bateria descarregada.
Um objeto de utilidade mas que parece ter criado uma dependência evitada. Passamos horas agarrados a ele. Mas será que precisamos de estar tar tempo com ele? E a fazer o quê? Serão necessárias aquelas aplicações todas?


O telemóvel é como o roupeiro: um amontoado de coisas que não usamos. Aplicações que já não abrimos há muito tempo; fotografias que nem sabemos explicar porque as tirámos, mas que guardamos para-o-caso-de, mas nem precisamos...; não precisamos de ligar a toda a gente a toda a hora; de enviar muitas mensagens curtas quando podíamos dizer de uma vez só tudo numa; e nem sequer precisamos da câmara fotográfica que nos tira a atenção da realidade; e muito menos precisamos de expor as nossas vidas nas redes sociais. Não precisamos, mas pensamos que sim.
Às vezes precisamos das mensagens e das chamadas, consoante as vidas e os trabalhos, e decide-se aderir a um tarifário para cobrir esses custos. Mas com a Internet até pagar por esses serviços se tornou desnecessário.
Quando decido que durante três meses, por exemplo, não vou precisar de tarifário, perguntam-me “como é que és capaz?”. Todos somos capazes de prescindir de coisas que não nos melhoram a vida. O telemóvel, a mim, só me faz prescindir de coisas que gosto realmente de fazer. Perco horas em redes sociais ou em aplicações que me tiram a liberdade de estar a caminhar, a ler um livro (em papel), de fazer desporto ou de sair com amigos. Isto sem me aperceber. O telemóvel rouba-nos o tempo: os vídeos não param de se seguir uns aos outros no YouTube; as notícias não param de surgir no feed do Facebook e abre-se uma e outra e quando se vai a ver já se está de novo no Facebook a ver o feed. Um descontrolo de que muitas vezes nem me apercebo.
Perco muito. Penso que ganho em ter um telemóvel e em utilizar a intenet, e ganho, em parte, porque me é útil sobretudo profissionalmente, mas em termos de qualidade de vida, perco. E tu?

Feminismos

Muitos deixarão de ler este artigo apenas por causa do título. Pensando que feminismo é o contrário de machismo e que as mulheres querem roubar o lugar do sexo masculino, foge-se, de medo. Na realidade, existem vários tipos de feminismos, assim como existem diferentes partidos políticos ou diferentes opiniões.

Eu sou feminista. Defendo a igualdade entre homens e mulheres. Reconheço que hoje vivemos num mundo de homens, já que, por exemplo, os homens têm salários mais elevados apesar de exercerem as mesmas funções que as mulheres e há mais funcionários homens do que mulheres na maioria das empresas.


Refugiados

«É incorreto escrever sobre pessoas sem passar um pouco pelo que elas estão a passar» (Kapuscinski, Mais um Dia de Vida - Angola 1975, p. 49).

Foto por Joana Maia

As estórias que se contavam sobre os refugiados ficaram numa neblina, deixou de se falar neles. Os meios de comunicação social não mais encontraram imagens chocantes sobre eles mas a sua realidade ainda deve continuar instável, uns a tentar enquadrar-se nos países que entretanto os acolheram, outros a fugir, sem um destino certo, da guerra. Alguns ficam pelo caminho - morrem afogados, com fome ou frio ou por envenenamento, minas ou acidentes são os casos mais comuns, mas há também refugiados que morrem por suicídio, asfixia, fogo posto, homicídio ou falta de cuidados, embora em menor percentagem.

"Os líderes mundiais permanecem insensíveis ao sofrimento dos refugiados. Tanto o secretário-geral das Nações Unidas como o Presidente dos Estados Unidos tentaram estimular alguma acção com a organização de cimeiras de alto nível este mês. Negociações prévias indicam porém que a cimeira das Nações Unidas está condenada a ser um fracasso mesmo antes de começar, e parece improvável que na cimeira de Obama se consiga apanhar os cacos.A desesperada urgência resume-se bem no que está a acontecer agora mesmo num pedaço de deserto entre as fronteiras da Jordânia e da Síria conhecido como a “berma”.Mais de 75.000 mulheres, homens e crianças estão ali encurralados há quase um ano. Quando um posto militar da Jordânia foi alvo de ataque em Junho, o país cerrou totalmente a já muito restrita fronteira com a Síria, abandonando os refugiados numa terra de ninguém, para lá do alcance das agências internacionais de ajuda humanitária.Assolados por tempestades de areia e sob o implacável calor do Verão, os refugiados sírios na berma lutam pela sobrevivência com reservas de comida e de água que diminuem muito rapidamente. Muitos estão gravemente doentes, e há relatos de que alguns morreram já". (Público, 15/09/2016) 

Fogem para tentar sobreviver mas alguns não conseguem atingir o seu objetivo. Fogem da guerra, de conflitos que duram há anos e não sabemos quando acabarão. Pouco se faz para acabar com eles, me parece. O documentário 300 Miles desafia-nos a quebrar o ciclo vicioso de olhar sem agir. A questão que deixa no final é: uma manifestação com milhões de pessoas de vários países, à mesma hora, será que poderia fazer a diferença? A guerra não acabaria de um minuto para o outro mas talvez fizesse pressão sobre os líderes, sobre Bashar al-Assad, por exemplo, o senhor que ocupou o trono na Síria, depois do seu pai Hafez al-Assad que governou o país durante 30 anos até à sua morte. Bashar é o atual presidente da Síria e não abandona o poder.

1. A sociedade é cada vez mais individualista;
2. A sociedade informa-se sobre estes conflitos com base nas informações que os media lhes apresentam, por vezes descontextualizadas e portanto quem vê não percebe tudo, notícias que passaram por um filtro que muitas vezes deixa apenas chegar ao público o enorme número de mortes e feridos e pouco mais;
3. A sociedade tem medo, medo que venham destruir o seu país e as suas vidas; as pessoas sentem que a qualquer momento tudo pode mudar, com uma bomba, por exemplo.

É esse o panorama que saliento. Pontos que me fazem questionar: como mudar se a sociedade está assim? Como acabar com a guerra, com o sofrimento? Como fazer com que as pessoas sintam compaixão, pensem que aquelas pessoas podiamos ser nós, que não é por estarem distantes de nós que hão de ser diferentes, como?! Compaixão e educação/informação serão o suficiente?

Esta não é apenas a maior crise humanitária na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, mas sim a crise que vai definir e moldar o futuro de todos nós.

Quinta da Regaleira em Imagens

No post sobre Sintra prometi-vos a Quinta da Regaleira, o que mais surpreendeu nesta vila portuguesa e que NÃO pode perder se lá for. Por quatro euros podemos estar o dia todo lá, sair e voltar a entrar. Um espaço muito bem cuidado, sem lixo, muita vegetação e muito para descobrir. Grutas e monumentos que me deixaram boquiaberta ao pensar que foram pessoas a fazer uns trabalhados pormenores, a magicar tudo e a edificar. 



 

Sintra em Imagens


Sintra surpreende. Imaginava uma pequena vila sem muito para ver, só com o Palácio da Pena imponente no topo de uma montanha e depois as casas, cá em baixo, sem muito mais a dizer. Quando saio do comboio desabafo um "uaauh".

A aspirante a médica que escreveu uma carta aberta a Marcelo

0.47 pontos de média a separaram do curso de Medicina em Portugal. Escreveu uma carta aberta ao presidente da República. A Visão publicou-a. As críticas, os confusos e as notícias foram muitas. Tudo com o mesmo ponto de partida: a carta.

Maria Barros candidatou-se ao seu curso de sonho, Medicina, com uma média de 17.3 valores, mas em Portugal as médias de acesso são elevadas e escassas para quem quer cuidar dos outros. Por isso escreveu uma carta aberta a Marcelo Rebelo de Sousa. Esta:

O crime de José António Saraiva

Devassa da intimidade, com o objetivo de invadir, ferir e lucrar com isso.


Chamaram-lhe "o livro proibido", o que chama a atenção porque, ou o que o autor escreveu é crime, ou a editora Gradiva não quis ver que o era, o que seria estranho. Publicou e “voltaria a fazer o mesmo” (disse o editor da Gradiva) porque o lucro era superior aos riscos. Ou porque publicaria algo “proibido”?
Quando Saraiva contactou a editora que em tempos foi do seu pai,  António José Saraiva, dizendo que tinha um livro para publicar, a Gradiva disse imediatamente que sim, sem o ter lido. A publicação de Eu e os Políticos – O que não pude (ou não quis) escrever até hoje ocorre no momento em que JAS se retira de cargos executivos no Jorna­lismo.

Filme "In Your Eyes"


Sinopse: Rebecca (Zoe Kazan), a atónita esposa de um famoso médico, Dylan (Michael Stahl-David), um ex-condenado que procura recomeçar a sua vida, descobrem estar conectados. O casal pode ouvir e ver um ao outro. A partir desta ligação, Rebecca e Dylan iniciarão um inexplicável romance metafísico. 

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