Vasco Palmeirim apresenta cerimónia de entrega do Prémio Internacional Harambee "Comunicar África"
Cruz Vermelha no 1.º Simpósio Internacional sobre Ação Humanitária Forense
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| Foto por Paulo Amaral (UC) |
Woodstock - O Festival que Marcou uma Geração
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Manifesto dos bailarinos da CPBC
Conteúdos patrocinados camuflados
Escolas preparam alunos para um mundo que já não existe
A tecnologia já integra a vida dos mais pequenos há uns bons anos mas os professores e a escola põem uma venda nos olhos com o argumento de que "eles já têm muito disso em casa". Bem sei. E sou profundamente a favor das brincadeiras na rua, dos trabalhos em cartolina e de outras atividades que estimulam a criatividade, ao mesmo tempo que nos afastam das tecnologias que podem ser tão prejudiciais.
Eu própria quando andava a estudar reclamava imenso em casa porque achava que tinha muitos trabalhos no computador. Não tinha, mas pensava isso, porque eu gostava mesmo mesmo era de estudar na rua, tocar em livros, ler ao ar livre, ... Quando cheguei à universidade, aí sim, percebi o que era usar o computador para estudar, ler livros, artigos, ... quase todos os dias.
Apesar disso, há que ver que as tecnologias entraram nas nossas vidas há muitos anos e são inevitáveis. A Internet surge no século XX e um século depois vemos que, na rua, nos restaurantes, no café... já começa a ser rara a pessoa que não tem um telemóvel na mão ou na carteira; as crianças e até os bebés já estão habituados a teclar em ecrãs táteis, ou, como se diz, nascem com as tecnologias na mão; todos os estudos indicam o aumento do acesso a informação noticiosa pelos jovens através de dispositivos móveis. Quem de vós conhece alguém que não tenha telemóvel/computador/tablet/tv com acesso a Internet?
Aliás, não é por acaso que os preços das tecnologias são cada vez mais inferiores e que há tanta variedade de produtos tecnológicos... a elevada procura justifica esse mundo novo (que de novo e recente já pouco tem).
Não sendo este um mundo assim tão moderno, como é que as escolas ainda estão com um pé atrás?
A adaptação às tecnologias implica ter tudo modernizado? Isto é, TUDO tecnologicamente avançado nas escolas?
Bem sabemos que as tecnologias mudam à velocidade da luz. A constante evolução faz com que rapidamente sejam necessárias atualizações. Porém, aderir às tecnologias não representa para mim mudar TUDO. Aliás, isso seria bastante prejudicial para todos os que habitam nas escolas. Trata-se apenas de adaptar os métodos de ensino: introduzir o vídeo e os podcasts, fazer atividades com o telemóvel. Porém, e simultaneamente, criar atividades ao ar livre, deixar as secretárias fora das salas de aula ou dispor as secretárias em U, utilizar o teatro como ferramenta de ensino, entre outras ideias.
Para quê tudo isso? O método de memorizar para aprender não era mais eficaz?
O ideal alterou-se: para aprender há que perceber a matéria e assim se memoriza (sem tanto esforço); os estudantes mais do que serem papagaios dos manuais devem procurar construir opiniões, saber argumentar e expressar-se.
Nesse ponto emerge a importância do teatro, da música, da pintura... e de todas as outras Artes que durante anos infindáveis têm sido marginalizadas. Mas, ao contrário do que pensam os Sábios, essas Artes são as catalizadoras de mentes preparadas para a memória, o estudo e a concentração. São fulcrais na aprendizagem e na construção de seres pensantes - as características que nos distinguem dos animais e dos objetos e aquelas que farão a diferença no mundo do trabalho e na vida diária.
A introdução das tecnologias como forma de aprendizagem em paralelo com as atividades fora de sala de aula (sempre com fins pedagógicos e objetivos concretos que são explicados aos alunos) são a chave da sala de aula. Por outras palavras, os manuais escolares não vão ser a chave do conhecimento e aprendizagem. As salas de aula apetrechadas de mesas e cadeiras hão de passar a ser apenas espaços livres, como as salas de dança, adaptados à vontade de fazer crescer as mentes irrequietas dos estudantes.
Como é que eu posso ajudar a empresa a crescer?
Definir objetivos (ir)realistas
Posso dar vários exemplos. Desde logo, sendo eu de uma aldeia, há 15 anos sonhava estudar na universidade. Começou por isso: um sonho. Não sabia se ia conseguir, se alguém com as minhas origens poderia ter isso, mas eu queria. De sonho passou a objetivo e depois a uma das melhores conquistas. Uma das melhores sensações da vida foi ver pela primeira vez a universidade onde eu ia estudar, ao vivo, ali. Sabia que tinha conseguido.
A porta de emergência
Consistência
A consistência é a chave do sucesso. Construir de forma planeada o que se quer; fazer algo com regularidade para alcançar um objetivo; ter a agenda organizada; não perder o foco; o ideal é que faças algo todos os dias pelo teu objetivo.
Por exemplo, se queres cozinhar melhor, dedica 30 minutos todos os dias para aprender algo novo nessa área. Tanto podes ler como pôr em prática uma nova receita. No final do mês, os 30 minutos diários não causaram danos nas outras tarefas e já ganhaste capacidades que de outra forma iam ser difíceis conseguir se dedicasses todo o dia e todos os dias à mesma atividade.
O mesmo em relação à escrita, à gestão da vida familiar, aos cálculos, à gestão das contas da casa, à organização, às limpezas, etc.
Vais pôr em prática?
Como conseguir algo
1. Ter objetivos
2. O que tenho de fazer?
3. Como?
4. Age
Todos queremos isto e aquilo para melhorar a vida pessoal e/ou profissional. Queremos muito. Sobretudo o sucesso. Queremos ser os melhores, ter o reconhecimento...
Vemos alguém no pódio mas muitas vezes não imaginamos o percurso cheio de dificuldades, de passos em frente e depois recuos e depois avanços. Mas queremos ter o mesmo na nossa vida. Queremos chegar lá.
Já estando o objetivo traçado, há que perceber o que tenho de fazer para alcançar aquilo, inspirando-me no que outros já fizeram. Fácil.
Parece muito simples... Todos nós temos 24 horas por dia portanto basta utilizar da melhor maneira esse tempo para chegar ao objetivo.
Vemos como é difícil não ceder à vontade de desistir; a vontade de largar o objetivo. Pensamos que não somos capazes. Que a outra pessoa é melhor que nós e por isso é que conseguiu. Começamos a ponderar...mas quando o objetivo é mais forte do que os motivos para desistir, continuamos a agir e, volta e meia depois do trajeto, vencemos. Chegamos lá. Ao pódio, à meta, ao sucesso.
É hora de festejar.
Deixa de PENSAR, começa a AGIR

Gostava de ter ….
Se és o melhor da turma, vai para outra
Curiosidade irrequieta
No viajar é que está o ganho
3 páginas de YouTube que não deves perder
Porque é que os teus artigos no blog são tão curtos?
O que é marketing digital?
- O que é trabalhar em marketing digital?
- Marketing digital são só as redes sociais?
"A informação quer ser livre mas a verdade é que há sempre alguém a querer controlá-la"
Ser feminista passou a ser um dever?
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| Foto e texto: Amiga Feminista |
Procuram-se leitores do Diário de Coimbra e/ou Diário As Beiras
Este é um dos métodos que vou utilizar na minha dissertação de mestrado, com o objetivo de saber a vossa opinião sobre esses dois principais jornais regionais sediados em Coimbra.

Comunicação: Planear, Executar, Avaliar
Música: ao som de Marcelo Yuka
A música reflete a forma como estamos a ver o momento e pode mesmo alterá-lo, para algo mais animado, mais reflexivo ou mesmo entristecendo-o. O ideal é que nos mantenha a viver a vida e cada momento.
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| Foto: DR |











