Uma vida. Várias carreiras?

O desafio é lançado num encontro entre um jornalista, uma mestranda, uma diretora e um fundador de uma start-up. Não foi algo que me aconteceu a mim, mas às pessoas que estão neste vídeo, no qual me vou basear para escrever este texto.


A mudança nas velocidades anteviu que dificilmente um percurso profissional pode hoje ser planeado e imaginado como no passado. Com vidas mais longas e com a aceleração da tecnologia, assistiremos ao aparecimento de novas profissões e ao desaparecimento de outras.




A geração da rapidez

Os desafios para as empresas têm a ver com os novos hábitos e formas de pensar das gerações mais jovens, como a minha. Comparando com aqueles que hoje estão na casa dos 40 anos, nós, aos 20 anos,

  • temos hoje uma preparação maior antes de entrarmos no mercado de trabalho
  • independentemente do nível financeiro, viajamos mais e temos mais experiências e acesso a mais entretenimento, cultura, etc
  • a maioria dos jovens tem uma ou várias plataformas digitais que utiliza, muitas vezes diariamente
  • é muito mais fácil aceder a inúmera informação (o que não significa que tenha melhor qualidade).
Essas são apenas algumas das razões que fazem da minha geração e das vindouras seres impacientes. Não temos tanta paciência para esperar, queremos tudo rapidamente, como se a vida fosse simplesmente clicar e aparecer tudo.


"Os jovens de hoje são os mais preparados de sempre: viajados, com consciência social e de sustentabilidade, expostos ao mundo, experimentadores, tecnológicos, rápidos... Mas têm coisas difíceis de gerir pelas empresas: são muito impacientes!" (Marta Lopes Maia)

Querer ter tudo rápido não é igual a qualidade nem a uma experiência sólida e enriquecedora, porque como exemplifica Marta Lopes Maia, do grupo Jerónimo Martins, "é tudo checklist: visitei 20 países", dizem os mais jovens, mas se calhar só estiveram "20 minutos em cada país", não tendo tempo para experimentar e viver cada um deles...
Essa rapidez dos jovens traduz-se no trabalho. Ao fim de uma semana, a nossa geração acha que já fez x, y, w numa empresa e que "já chega". Diz a diretora que "esta impaciência... não se darem a eles próprios o tempo para esperar" se reflete no exemplo: "eu se tivesse de esperar duas horas por um chefe estava ali impávida e serena. [Hoje,] 5 minutos de atraso numa reunião: Então, o que é que se passa? Não chegam?".
Somos nós que procuramos as oportunidades

Sermos a geração mais preparada reflete-se em mais oportunidades?

As oportunidades surgem mas nós é que corremos atrás delas. Temos a possibilidade de rapidamente comunicar com trabalhadores das empresas, através, por exemplo, do LinkedIN, ou de ganharmos competências e conhecimentos sem sair de casa. Há novos empregos e podemos escolher a empresa onde queremos trabalhar: se não for no país de origem é noutro. Mas até que ponto o mercado de trabalho está preparado para nos receber? O mercado de trabalho adaptou-se aos novos perfis dos mais jovens?

As perguntas que não sossegam (em formato de checklist)

  • Quantas profissões teremos ao longo da vida? 
  • Existirá desafio maior para as nossas empresas e organizações do que prepararem-se para esta mudança? 
  • Será esta a transformação que nos ajudará a entender o significado profundo da expressão "estudar é para toda a vida"? 
  • Como nos podemos adaptar a este novo mundo de trabalho?


Os paineleiros
Bruno Mota - sócio-fundador e CEO da BOLD International. Licenciado em Engenharia Informática e de Computadores e mestre em Gestão Empresarial. 
Marta Lopes Maia trabalha há 20 anos no Jerónimo Martins e é hoje diretora de Recursos Humanos do grupo.
Mafalda Rebordão - licenciada em Economia, é aluna do mestrado em Gestão na Universidade Nova de Lisboa.



Coimbra: colóquio "Roads to Care" debate situação de refugiados e desempregados



De 10 a 12 de outubro, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) acolhe o primeiro congresso internacional “Roads to Care, subordinado ao tema do cuidado. O encontro tem como ponto de partida a fragilidade humana da sociedade atual patente em casos como as vítimas de violência doméstica, sem-abrigos, desempregados, doentes e idosos, bem como o crescente número de refugiados.

Do programa científico constam mais de 40 comunicações, de especialistas nacionais e internacionais, que pretendem dar uma visão interdisciplinar ao assunto do cuidado, que abrange a reflexão filosófica ou médica. Entre os principais nomes encontram-se Virginia Held, da Universidade de Nova Iorque, Lazare Benaroyo, da Universidade de Lausanne na Suíça, e Jean-Philippe Pierron, da Universidade Jean Moulin Lyon 3.

O congresso “Roads to Care” representa a “criação de uma comunidade internacional de pensadores do cuidado, numa perspetiva histórica e crítica sobre o conceito”, aponta o orador principal Jean-Philipe Pierron.

O evento gratuito está aberto a toda a população, não sendo necessária inscrição, excepto se pretenderem obter um certificado.




O congresso internacional “Roads to Care” é organizado pelo Instituto de Estudos Filosóficos (IEF),e conta com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e da FLUC.




Acompanhem TUDO antes, durante e depois do evento no Facebook do IEF

Conto convosco?

CVTube: o teu currículo em vídeo e online

Há uma nova plataforma online que promete ajudar os jovens, estudantes ou outras pessoas de toda a Europa que procuram emprego a entrarem no mercado de trabalho. No CVTube pode-se criar um curriculum vitae (CV) online original e criativo em formato de vídeo. 



O "YouTube dos currículos" envolve a Universidade do Minho, a sua spin-off Edit Value e cinco parceiros da República Checa, Alemanha e Espanha, tendo sido financiado ao longo de dois anos pelo programa Erasmus+ da União Europeia.


Saber lidar com o regresso às aulas

O aproximar das aulas é sempre um problema. Volta o stress, a ansiedade, os pensamentos insistentes. Sem necessidade. Mas é sempre assim. Já carrego 16 anos consecutivos e bem sorridentes em que vou à escola e a sensação é sempre a mesma.

DR


On the Radio #12

DR

Rubel é "o príncipe encantado da nova música brasileira", como lhe chamou o Observador. Cantor e compositor carioca ainda não é muito falado em Portugal, nem as suas músicas passam na rádio, mas, pelo contrário, os seus dois recentes concertos em Lisboa esgotaram num ápice. E também cantou noutras cidades portuguesas...

Lady Gaga em acústico

Stefani Joanne Angelina Germanotta, mais conhecida pelo nome artístico Lady Gaga, produziu uma versão acústica do seu tema "Pocker Face" que promete deixar-nos de queixo caído. Ora oiçam a primeira versão e, depois, a mesma música em acústico.


Esta canção integra o álbum "The Fame" (2008) com o qual a cantora se estreou no mundo da música e ao nível mundial. Enquadra-se no género pop.

Ansiedade

Vivemos sob a pressão do tempo, do trabalho, dos afazeres, da exigência. Vivem-se os momentos intensamente. Os altos e os baixos. Caímos e erguemo-nos, e 

nos vai e vens 

recaímos.

DR
A ansiedade surge porque corremos e exigimos muito de nós. Publicita-se a ideia dos modelos ideais de como se deve ser no ambiente profissional, pessoal e na relação connosco mesmos. A exigência é tanta, o stress é tanto, e, e... aii... a ansiedade aumenta. A vontade de se ser o melhor e assim alcançar mais felicidade é corroída pela exigência e 

passamos a um estado de sofrimento indescritível. Para quê? 

Para quê a perfeição? 
Que é isso da perfeição? 
E se não formos e se não acontecer?

E continuamos. Seguimos em frente porque não há outro modo. Temos de seguir. Ansiando ansiosamente pela felicidade que não chega porque _______________

A doença cada vez mais comum. DR

Socializar

Vá, vamos falar, mover-nos, socializar, criar um movimento ou simplesmente dar asas à criatividade. Tudo isto através do Meetup. Esbarrei com este negociarrão que nos informa do que há nas redondezas com base nos nossos gostos. Confuso?


Resiliência

DR

Acredito que o nos move é a resiliência: a capacidade de não estar parado, recuperar, dar a volta. Se não nos movermos, se estagnarmos, os pensamentos repetem-se e a vida não se vive. Temos mesmo de ser resilientes. Vamos a isso?



Filmes e séries feministas

A luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres já começou há muito tempo e nada melhor do que ver séries, filmes ou documentários (e ler uns livros) sobre a temática. Apresento aqui apenas algumas sugestões.




On the radio #10


John Legend, música "You & I (Nobody in the World)" ou, em português, "Tu & Eu (Mais Ninguém no Mundo)".

Não vou legendar este vídeo com as minhas palavras. Interpretem-no, mais do que a música, sobretudo a mensagem do videoclipe.

Estar doente e sozinho

Na semana passada saí de uma reunião feliz por ter corrido bem e, quando cheguei a casa, deu-me uma dor cuja razão continuo sem perceber. A dor não parava. Não me conseguia aguentar em pé. E eu estava ali sozinha. Sem possibilidade de chamar alguém. Naquele momento não havia quase estudantes na cidade, a não serem os atletas dos Jogos Universitários, eu estava incontactável porque não tinha telemóvel e a internet também não me ia resolver a questão.

Foto: DR

Opinião: A Quinta dos Animais, de George Orwell


«Quatro patas bom, duas pernas mau»


A Quinta dos Animais é a reedição do original livro de George Orwell, Animal Farm, com a tradução inicial de O Triunfo dos Porcos.

Mais de 100 mil pessoas assinam petição contra nova série da Netflix

A série Insatiable (em português: Insaciável) ainda não chegou ao público mas mais de 110 mil pessoas já assinaram uma petição para que não seja publicada. (Previsão de estreia para 10 de agosto de 2018.)


Este trailer despertou a atenção dos mais críticos porque a história é sobre uma adolescente obesa, criticada e humilhada por todos, devido ao seu peso, e que depois de perder quilos e mudar a sua imagem ganha popularidade ao ser considerada pelos colegas como mais bonita.

Esta série é, portanto, só mais uma produção que, como tantas outras, espelha a visão da beleza feminina ideal da sociedade e de que as raparigas têm de ter determinado corpo para ser aceites nos grupos e pelos colegas. Estes motivos levaram a uma petição para que a mesma não venha a público.

“Durante muito tempo, as narrativas [da ficção] disseram às mulheres e a jovens raparigas impressionáveis que para serem populares, desejáveis aos olhos dos homens, e até certo ponto serem aceites como seres humanos…têm de ser magras”, escreve Florence Given, autora do texto que acompanha a petição, promovida pela página change.org.

O olhar do corpo feminino como um objeto é acompanhado, segundo a autora da petição, por uma narrativa que “perpetua a cultura das dietas” e que vai contribuir, pela história da personagem, para promover “distúrbios alimentares”.

Debby Ryan interpretando Patty na série Insatiable da Netflix, antes e depois de perder peso.


Arrependimento de estudar Jornalismo e Comunicação

Foto por Justin Luebke

Há 3 anos, dei o meu testemunho sobre a forma como escolhi o curso e a universidade. Há 4 anos, entrei na minha primeira opção: a licenciatura em Jornalismo e Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC). Hoje, pretendo fazer uma espécie de balanço do que tem sido cursar nesta área, explicar-vos afinal em que consiste o curso e o que é isso do Jornalismo e da Comunicação. Isto de forma beem simples (uma das coisas que vão perceber na faculdade é que dá para complexificar TUDO, até uma simples definição do que é uma cama pode ser tão difícil e haver tantas opiniões que não se chega a uma definição única).

Quando entrei para o curso, apenas se chamava licenciatura em Jornalismo, mas depois de uma reforma que houve na Universidade de Coimbra, passou a ter o nome de Jornalismo e Comunicação. Em termos de unidades curriculares, o curso oferece sobretudo aquelas ligadas ao jornalismo (escrito, de rádio, televisivo, multimédia) e outras ligadas à área da comunicação estratégica das organizações. (Se não souberes a diferença entre jornalismo e comunicação, aconselho este artigo.)


Diferença entre Jornalismo, Comunicação e Comunicação Social

Há 3 anos, dei o meu testemunho sobre a forma como escolhi o curso e a universidade. Há 4 anos, entrei na minha primeira opção: a licenciatura em Jornalismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC). Este curso passou a chamar-se Jornalismo e Comunicação, mas há outros, com nomes similares e, na hora da escolha, isso pode dificultar. Por isso, e antes de vos dizer se estou ou não arrependida do curso (direi num próximo post), vou começar pelas definições de jornalismo, comunicação e comunicação social.



Jornalismo é uma área que engloba jornais, rádio, televisão e digital (multimédia). Um jornalista tem atualmente de ter conhecimentos em diversas áreas e de diversas plataformas: por um lado, tem de perceber (ou pelo menos deve estar a par da atualidade) de economia, desporto, cultura..., mas também deve saber produzir conteúdos para diferentes formatos (escrever bem, saber filmar e editar vídeos, criar gráficos ou infográficos, saber fotografar, gerir redes socias de forma eficiente...).
Qualquer pessoa pode ser jornalista e não é preciso curso superior para exercer a profissão, embora eu seja da opinião que o curso permite alargar horizontes, preparar para o mercado de trabalho e dar lições (por exemplo de ética) que vão ser seguramente muito úteis no futuro profissional.
O jornalismo é normalmente visto como a informação séria e deve de facto sê-lo: rigorosa, contrastada, que procura a verdade. Mas apesar dessa base comum, nem todas as publicações são iguais e, apesar de serem tão diferentes nos formatos e conteúdos, as revistas cor-de-rosa (a Maria e afins), os jornais como o Expresso ou revistas como a Sábado e a Visão enquadram-se na definição de jornalismo.



Comunicação é uma área vastíssima. Nas instituições de ensino superior, irão encontrar dentro desta área nomes como relações públicas, comunicação organizacional/empresarial, publicidade, marketing, assessoria, que se referem à gestão estratégica imprescindível em qualquer instituição (empresas, organismos públicos ou entidades sem fins lucrativos, ou seja, às organizações em geral) ou a pessoas em particular (o caso de assessores de políticos). Pode-se dizer que o objetivo da comunicação é melhorar os resultados da empresa, em termos económicos, de reputação, alcance...
Nesta área podemos encontrar também cursos especificamente vocacionados à comunicação com o público ou direcionados à gestão do online (de blogues, redes sociais, etc).
Se ainda tens dúvidas sobre as funções dos profissionais desta área, aconselho o artigo da Uniarea: "À conversa com um aluno de Relações Públicas e Comunicação Empresarial".



A diferença entre os cursos de Comunicação Social e os de Jornalismo é que os primeiros englobam o entretenimento e o jornalismo; o jornalismo é apenas a "informação pura e dura", como se costuma dizer.




É essencial saber o que se quer depois do curso. Que profissão queres seguir? Onde? O que te vês a fazer durante 10 anos? E 20?



A melhor forma de escolher a opção correta é escolhendo aquela que melhor se adequa aos nossos objetivos profissionais: se quero seguir investigação, vale a pena investir num curso focado em teoria e em metodologias de investigação, artigos científicos, etc; por outro lado, se pretendo ser jornalista num órgão de comunicação social, provavelmente compensa-me um curso que alie a teoria à prática e ofereça a possibilidade de estágios (de verão, extracurriculares ou até estágios integrados).



A escolha é tua.




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Foto por Kevin Bhagat


Depender do telemóvel

Fui obrigada a estar atenta ao telemóvel. Até à obrigação surgir, eu raramente sabia dele e muito frequentemente tinha a bateria descarregada.
Um objeto de utilidade mas que parece ter criado uma dependência evitada. Passamos horas agarrados a ele. Mas será que precisamos de estar tar tempo com ele? E a fazer o quê? Serão necessárias aquelas aplicações todas?


O telemóvel é como o roupeiro: um amontoado de coisas que não usamos. Aplicações que já não abrimos há muito tempo; fotografias que nem sabemos explicar porque as tirámos, mas que guardamos para-o-caso-de, mas nem precisamos...; não precisamos de ligar a toda a gente a toda a hora; de enviar muitas mensagens curtas quando podíamos dizer de uma vez só tudo numa; e nem sequer precisamos da câmara fotográfica que nos tira a atenção da realidade; e muito menos precisamos de expor as nossas vidas nas redes sociais. Não precisamos, mas pensamos que sim.
Às vezes precisamos das mensagens e das chamadas, consoante as vidas e os trabalhos, e decide-se aderir a um tarifário para cobrir esses custos. Mas com a Internet até pagar por esses serviços se tornou desnecessário.
Quando decido que durante três meses, por exemplo, não vou precisar de tarifário, perguntam-me “como é que és capaz?”. Todos somos capazes de prescindir de coisas que não nos melhoram a vida. O telemóvel, a mim, só me faz prescindir de coisas que gosto realmente de fazer. Perco horas em redes sociais ou em aplicações que me tiram a liberdade de estar a caminhar, a ler um livro (em papel), de fazer desporto ou de sair com amigos. Isto sem me aperceber. O telemóvel rouba-nos o tempo: os vídeos não param de se seguir uns aos outros no YouTube; as notícias não param de surgir no feed do Facebook e abre-se uma e outra e quando se vai a ver já se está de novo no Facebook a ver o feed. Um descontrolo de que muitas vezes nem me apercebo.
Perco muito. Penso que ganho em ter um telemóvel e em utilizar a intenet, e ganho, em parte, porque me é útil sobretudo profissionalmente, mas em termos de qualidade de vida, perco. E tu?

Trabalhos para estudantes da Universidade de Coimbra

Trabalhar enquanto se tira um curso pode ter várias motivações. Eu procuro sempre conciliar trabalho e aulas. As vantagens podem ser muitas mas se não houver organização pode ser simplesmente um estrago.
É cada vez mais importante terem no currículo que fizeram voluntariado, estagiaram numa empresa, ou que se esforçaram por aprender alem da sala de aula. A remuneração em dinheiro não é tudo, aliás não é quase nada quando há a oportunidade de crescer, aprender, de nos enriquecermos com cada experiência e com a possibilidade de ouvir outras pessoas.
Tirar um curso é cada vez mais comum e vocês têm de se destacar das muitas pessoas que procuram o mesmo emprego que vocês. Na universidade e arredores há inúmeras ofertas de empregos/estágios/voluntariados. Eu vou dar o caso da Universidade de Coimbra porque é a que conheço melhor, mas todas as instituições de ensino superior te podem oferecer estas oportunidades, por isso agarra-as!

Exercício físico sem sair de casa e sem gastar dinheiro

Não há dinheiro nem apetece sair de casa? Isso não pode ser desculpa para não fazer exercício físico. Há várias atividades desportivas; facilmente se tem acesso a um computador com internet; há cada vez mais pessoas que adquirem máquinas de exercício físico (passadeiras, bicicletas, etc) ou que têm um simples tapete onde podem fazer váários exercícios; e há os parques da cidade com espaços verdes, com máquinas de exercício e com pessoas a quem se pode desafiar para uns treinos.

Vamos treinar? Eis algumas dicas.


Negociarrão, sim ou não? #9

Quantas vezes se começa a ler um artigo e a meio nos lembramos que ainda não se fez aquilo-que-há-tanto-tempo-se-tinha-pensado-fazer?

Não são raras as vezes em que deixamos para outro dia o que se podia ler ou fazer no momento e, já que tem-mesmo-de-ser, a empresa Read It Later criou uma aplicação (gerida pela Mozilla, desde 2017) para guardar tudinho.



Com mais de 14 milhões de downloads, a aplicação de telemóvel/computador/tablet Pocket (antes chamada de Read It Later) permite guardar e organizar artigos, vídeos, imagens ou outra coisa qualquer. Sem necessidade de ligação à internet, pode-se aceder a ela em qualquer lugar e o download e utilização são gratuitos.

5 podcasts imperdíveis


Os podcasts vieram para ficar. Nasceram em 2005 e já alcançaram milhões de seguidores em todo o mundo. Em Portugal, o videocast, que alia o som à imagem, está a tentar afirmar-se. De formatos variáveis, podem ser programas sobre política, ciência, história e muito mais.
Podcasts e videocasts há para todos os gostos e, tal como acontece com os filmes e séries, é preciso saber selecionar. Eu sugiro cinco:

Serial

O podcast Serial é dos mais conhecidos e conta a história de um assassinato de uma adolescente de Baltimore, em 1999. Ideal para quem goste de novelas, enredos, investigação.

Maluco Beleza

Podcasts, live shows, vídeos. O apresentador e ator Rui Unas aposta numa entrevista sem guião, de conversa entre ele e personalidades de diversas áreas, usualmente conhecidas pelo público.

On the Radio #11

Já estava a faltar música. E porque um clássico é sempre bom: Adriana CalcanhottoA sua música "Esquadros" é uma dedicatória ao irmão da artista, que é invisual. O tema, inserido no álbum "Senhas" (1992), é reflexo de desalienação e tolerância.

Faz referência à pintora mexicana Frida Kahlo que, à semelhança do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, também referenciado na música, tinham polémicas relacionadas com a sexualidade. A frase "Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores" pode representar a falta de informação sobre a homossexualidade ou a bissexualidade naqueles tempos.


Tenho-me cruzado com a cantora brasileira, agora na Universidade de Coimbra. Artista de qualidade, Adriana é alguém que fica merecidamente na história da música e é bom saber que a academia valoriza o seu talento e trabalho. 



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Coimbra acolhe Jogos Europeus Universitários



O maior evento multidesportivo alguma vez realizado em Portugal vai ter lugar em Coimbra, de 15 a 28 de julho de 2018. Realizado a cada dois anos, os EUG2018 - Jogos Europeus Universitários 2018 vai reunir em Coimbra estudantes de 350 universidades europeias.

Envolve mais de 4000 atletas de 40 países a competir em 13 modalidades (masculino e feminino) diferentes: andebol, badminton, basquetebol, canoagem, futebol, futsal, judo, ténis, ténis de mesa/ténis de mesa adaptado, remo, râguebi e voleibol.

Para além dos atletas, irão participar mais de 1000 voluntários, 500 treinadores e dirigentes e 300 árbitros.

quarta edição dos EUG é inovadora: pela primeira vez a canoagem entra na competição; os atletas com deficiência podem participar nos EUG 2018 na modalidade de ténis de mesa adaptado.
Coimbra recebe a quarta edição dos EUG, depois de se terem realizado pela primeira vez em Córdoba (Espanha) em 2012, seguindo-se Roterdão (Holanda) em 2014 e Zagreb (Croácia) em 2016. Sendo Coimbra a cidade mais pequena onde alguma vez se realizaram os EUG, as questões de maior dificuldade são ao nível do alojamento e transportes. Mas ao contrário das restantes cidades Coimbra é, nas palavras de Alexandre Amado, Presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), a cidade "que tem uma dimensão universitária única".

A Comissão de Supervisão da EUSA (Associação Europeia de Desporto Universitário) é a entidade máxima responsável pelos Jogos Europeus Universitários.

Mais informações

Feminismos

Muitos deixarão de ler este artigo apenas por causa do título. Pensando que feminismo é o contrário de machismo e que as mulheres querem roubar o lugar do sexo masculino, foge-se, de medo. Na realidade, existem vários tipos de feminismos, assim como existem diferentes partidos políticos ou diferentes opiniões.

Eu sou feminista. Defendo a igualdade entre homens e mulheres. Reconheço que hoje vivemos num mundo de homens, já que, por exemplo, os homens têm salários mais elevados apesar de exercerem as mesmas funções que as mulheres e há mais funcionários homens do que mulheres na maioria das empresas.


Como estão os blogues?


No ano em que comecei este blogue, em 2015, nasceram muitos canais de YouTube, muitas páginas web, muitos blogues, novos projetos digitais. A qualidade é cada vez mais uma exigência nesta teia de "competição" ou "concorrência". Com tanta opção, o público já não aceita fraca qualidade e o investimento numa plataforma digital é elevado, sobretudo, no meu caso, em termos de tempo.
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