Nem sempre há títulos para as fases da vida

Foto: DR
"Há qualquer coisa em mim que me faz querer... querer se alguém". Tenho uma vontade de superar cada pequeno desafio como se fosse o primeiro de muitos. As dificuldades fazem-me ter ainda mais vontade de continuar o meu percurso em busca de um "não sabia se ia conseguir e agora consegui! Venha o próximo!".


É uma ambição que não pode ganhar asas até ao limite, portanto tenho de a analisar bem e ver que recursos tenho para alcançar "x". Recentemente fui assistir a uma aula de Mestrado (apesar de ainda estar a licenciar-me). Falou-se de "como conseguir chegar a", ou seja, se almejo ser professora o que tenho de fazer para... 

É ver os prós e os contras, é não pensar no que fizemos antes mas sim nas metas. Porém, trilhar o melhor caminho é o mais complicado. Como saber se é o melhor trajeto?

"Ver" o trabalho dos outros é o que me inspira. Ler os seus textos, ler biografias, ganhar coragem para deste modo me reerguer depois de um fracasso ou, simplesmente, para continuar com as costas direitas.

A vida é feita de derrotas tal como de momentos de puro deleite. Um dos grandes gostos que a vida me dá é saber que tenho quem me apoie (amigos, família, colegas...). Exemplificando, é saber que tenho uma tia que me diz "não andas a publicar nada no jornal". Ganho tempo, ergo-me e depois ela dá-me uns carinhosos parabéns. A partir desse momento passo a ver espaços em branco que precisam de ser preenchidos.

O meu curriculum vitae está grande, mas não chega. Preciso de completar tarefas e metas até preencher todos os desejos. A felicidade só se consegue percorrendo e o meu caminho ainda nem vai a meio.

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