sábado, 19 de janeiro de 2019

Música: ao som de Marcelo Yuka

Música está a começar a ser dos temas mais frequentes no blogue. Veio por acaso. É das coisas que mais gosto: ouvir música, de diversos géneros musicais, em qualquer altura do dia.
A música reflete a forma como estamos a ver o momento e pode mesmo alterá-lo, para algo mais animado, mais reflexivo ou mesmo entristecendo-o. O ideal é que nos mantenha a viver a vida e cada momento.


O músico e compositor Marcelo Yuka, nome artístico de Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, foi o fundador do grupo O Rappa, em 1993.
A mistura do rock, reggae, rap e samba levaram ao sucesso da banda brasileira O Rappa. Porém, após desentendimentos com os restantes elementos do grupo musical, Marcelo Yuka passa a dedicar-se à banda F.U.R.T.O., sigla de Frente Urbana de Trabalhos Organizados.
É fundador da B.O.C.A. - Brigada Organizada de Cultura Ativista, organizada de Cultura Ativista, que leva cultura e educação para entidades carcerárias.

Foto: DR

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Tash Sultana a cantora "non stop"

Com 23 anos, Tash Sultana canta, escreve e produz em nome próprio, para além de dominar mais de 15 instrumentos. Não pára. A música corre-lhe mesmo pelas veias e isso vê-se no palco:

Foto: DR

domingo, 11 de novembro de 2018

Uma vida. Várias carreiras?

O desafio é lançado num encontro entre um jornalista, uma mestranda, uma diretora e um fundador de uma start-up. Não foi algo que me aconteceu a mim, mas às pessoas que estão neste vídeo, no qual me vou basear para escrever este texto.


A mudança nas velocidades anteviu que dificilmente um percurso profissional pode hoje ser planeado e imaginado como no passado. Com vidas mais longas e com a aceleração da tecnologia, assistiremos ao aparecimento de novas profissões e ao desaparecimento de outras.



A geração da rapidez

Os desafios para as empresas têm a ver com os novos hábitos e formas de pensar das gerações mais jovens, como a minha. Comparando com aqueles que hoje estão na casa dos 40 anos, nós, aos 20 anos,

  • temos hoje uma preparação maior antes de entrarmos no mercado de trabalho
  • independentemente do nível financeiro, viajamos mais e temos mais experiências e acesso a mais entretenimento, cultura, etc
  • a maioria dos jovens tem uma ou várias plataformas digitais que utiliza, muitas vezes diariamente
  • é muito mais fácil aceder a inúmera informação (o que não significa que tenha melhor qualidade).
Essas são apenas algumas das razões que fazem da minha geração e das vindouras seres impacientes. Não temos tanta paciência para esperar, queremos tudo rapidamente, como se a vida fosse simplesmente clicar e aparecer tudo.

"Os jovens de hoje são os mais preparados de sempre: viajados, com consciência social e de sustentabilidade, expostos ao mundo, experimentadores, tecnológicos, rápidos... Mas têm coisas difíceis de gerir pelas empresas: são muito impacientes!" (Marta Lopes Maia)

Querer ter tudo rápido não é igual a qualidade nem a uma experiência sólida e enriquecedora, porque como exemplifica Marta Lopes Maia, do grupo Jerónimo Martins, "é tudo checklist: visitei 20 países", dizem os mais jovens, mas se calhar só estiveram "20 minutos em cada país", não tendo tempo para experimentar e viver cada um deles...
Essa rapidez dos jovens traduz-se no trabalho. Ao fim de uma semana, a nossa geração acha que já fez x, y, w numa empresa e que "já chega". Diz a diretora que "esta impaciência... não se darem a eles próprios o tempo para esperar" se reflete no exemplo: "eu se tivesse de esperar duas horas por um chefe estava ali impávida e serena. [Hoje,] 5 minutos de atraso numa reunião: Então, o que é que se passa? Não chegam?".
Somos nós que procuramos as oportunidades

Sermos a geração mais preparada reflete-se em mais oportunidades?

As oportunidades surgem mas nós é que corremos atrás delas. Temos a possibilidade de rapidamente comunicar com trabalhadores das empresas, através, por exemplo, do LinkedIN, ou de ganharmos competências e conhecimentos sem sair de casa. Há novos empregos e podemos escolher a empresa onde queremos trabalhar: se não for no país de origem é noutro. Mas até que ponto o mercado de trabalho está preparado para nos receber? O mercado de trabalho adaptou-se aos novos perfis dos mais jovens?

As perguntas que não sossegam (em formato de checklist)

  • Quantas profissões teremos ao longo da vida? 
  • Existirá desafio maior para as nossas empresas e organizações do que prepararem-se para esta mudança? 
  • Será esta a transformação que nos ajudará a entender o significado profundo da expressão "estudar é para toda a vida"? 
  • Como nos podemos adaptar a este novo mundo de trabalho?


Os paineleiros
Bruno Mota - sócio-fundador e CEO da BOLD International. Licenciado em Engenharia Informática e de Computadores e mestre em Gestão Empresarial. 
Marta Lopes Maia trabalha há 20 anos no Jerónimo Martins e é hoje diretora de Recursos Humanos do grupo.
Mafalda Rebordão - licenciada em Economia, é aluna do mestrado em Gestão na Universidade Nova de Lisboa.


sábado, 6 de outubro de 2018

Coimbra: colóquio "Roads to Care" debate situação de refugiados e desempregados



De 10 a 12 de outubro, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) acolhe o primeiro congresso internacional “Roads to Care, subordinado ao tema do cuidado. O encontro tem como ponto de partida a fragilidade humana da sociedade atual patente em casos como as vítimas de violência doméstica, sem-abrigos, desempregados, doentes e idosos, bem como o crescente número de refugiados.

Do programa científico constam mais de 40 comunicações, de especialistas nacionais e internacionais, que pretendem dar uma visão interdisciplinar ao assunto do cuidado, que abrange a reflexão filosófica ou médica. Entre os principais nomes encontram-se Virginia Held, da Universidade de Nova Iorque, Lazare Benaroyo, da Universidade de Lausanne na Suíça, e Jean-Philippe Pierron, da Universidade Jean Moulin Lyon 3.

O congresso “Roads to Care” representa a “criação de uma comunidade internacional de pensadores do cuidado, numa perspetiva histórica e crítica sobre o conceito”, aponta o orador principal Jean-Philipe Pierron.

O evento gratuito está aberto a toda a população, não sendo necessária inscrição, excepto se pretenderem obter um certificado.




O congresso internacional “Roads to Care” é organizado pelo Instituto de Estudos Filosóficos (IEF),e conta com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e da FLUC.




Acompanhem TUDO antes, durante e depois do evento no Facebook do IEF

Conto convosco?

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

CVTube: o teu currículo em vídeo e online

Há uma nova plataforma online que promete ajudar os jovens, estudantes ou outras pessoas de toda a Europa que procuram emprego a entrarem no mercado de trabalho. No CVTube pode-se criar um curriculum vitae (CV) online original e criativo em formato de vídeo. 



O "YouTube dos currículos" envolve a Universidade do Minho, a sua spin-off Edit Value e cinco parceiros da República Checa, Alemanha e Espanha, tendo sido financiado ao longo de dois anos pelo programa Erasmus+ da União Europeia.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pin It button on image hover